Dra. Maria Cristina Furtado

Pesquisa nas áreas da Teologia/Psicologia/Educação ligada à ‘Violência de Gênero e Diversidade sexual (LGBTI+)’

E-mail: mcristinafurtado@hotmail.com

Lattes: http://lattes.cnpq.br/0042075839821894

Maria Cristina Furtado
Diretora

Atendo online:

  • Mulheres;
  • Mulheres que sofrem ou sofreram violência;
  • Pessoas LGBTQIA+ e famílias;
  • Ansiedade;
  • Estresse;
  • Dificuldades no relacionamento;
  • Conflitos de relacionamento;
  • Bullying;
  • Violência sexual;
  • Transtornos relacionados ao uso de substâncias;
  • Depressão;
  • Acompanhamento a pacientes em disforia de gênero;
  • Orientação para familiares de LGBT;

Pessoas que desejem se libertar de traumas e crenças limitantes para ir ao encontro de si mesmas a fim de se realizarem, plenamente, como são, e terem uma vida harmoniosa e feliz.

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Dra. Maria Cristina Furtado é Autora do livro: “A inclusão de todas/os/es. Uma leitura teológica sobre a violência de gênero: mulheres e LGBTQIA+”

Biografia

Psicóloga (CRP 05/59323) – Doutora e Mestra em Teologia Sistemática-Pastoral, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2017/2011). Sandwich Doctorate in Gender Violence at René Girard at Roehampton University, London, UK (2016). Bacharel em Teologia Sistemática, pela Pontifícia Universidade Católica (2008). Especialista em Educação e Licenciada em Psicologia, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2019/1975). Formação de Psicólogo e Bacharel em Psicologia pelo Centro Universitário Newton Paiva, BH (1981/1980).

Diretora no Centro de Estudos de Gênero, Diversidade sexual e Violência/RJ.

Psicóloga clínica com atendimento online, individual e em grupo para mulheres, pessoas LGBTI+, e seus familiares, no Centro de estudos de Gênero, Diversidade sexual e Violência.

Professora: (Atual)
– Pós-graduação PUC-MINAS, em Teologia Pastoral; e Protagonismo feminino na Igreja.
– Colaboradora externa, UFRJ/Macaé – Projeto Pesquisa Integrada em Saúde/CNPQ.
– Curso de extensão: Religião e pessoas LGBT – Instituto Teológico São Paulo, ITESP.

Pesquisadora nos grupos:
– Teologia e Contemporaneidade, PUC-MINAS.
– Diversidade sexual, Cidadania e Religião, PUC-Rio

Membro:
– Sociedade Brasileira de Teologia e Ciências da Religião (SOTER)
– Sociedade Brasileira de Teologia Moral (SBTM)

Membro fundador:
– AVEMATER (Associação Evangelizadora pela música, teatro e radiodifusão; – Rede TEOMULHER

Escritora e compositora infantojuvenil, com 9 livros e 60 músicas de sua autoria, pela Editora do Brasil. Diversas peças de teatro, roteiro para TV, desenhos animados. Todos os livros possuem a narrativa com poesias e músicas. Fazem a ligação da literatura com a ética da inclusão (pessoal e ambiental) (www.editoradobrasil.com.br). Vide nas publicações.

Palestrante e professora de cursos ligados à psicologia, teologia e educação.

Autora de livros, capítulos de livro e artigos.

"A partir de um novo paradigma de ser humano que não esteja baseado na supremacia masculina, o ser humano poderá participar com maior liberdade da integração de suas dimensões, e da essência integradora das relações interpessoais, de modo que suas interrelações sejam calcadas no respeito às diferenças, e nos direitos iguais onde "todas" todas estejam incluídas."
Maria Cristina Furtado

Publicações

Tese de doutorado defendida, em 2017, PUC-Rio (orientadora: Maria Clara Bingemer). Atualmente livro:

Resumo:

O objetivo deste trabalho autoral é possibilitar uma leitura teológica da “violência de gênero” sob o prisma de René Girard e da ética da alteridade de Emmanuel Lévinas, de forma que se perceba que o ser humano liberto da supremacia masculina tem oportunidade de viver com maior liberdade a integração de suas dimensões e suas relações interpessoais. Uma nova forma de vider que o levará a conscientizar-se de que todos os seres humanos, independente de ‘gênero’, são amados por Deus. Desa forma, embora não seja possível eliminar totalmente a “violência de gênero”, – pois a violência em si faz parte do ser humano -, ela pode ser amenizada, e as mulheres e o grupo LGBTTI virem a ser efetivamente incluídos, e terem participação ativa e decisória, na sociedade e na religião. Entretanto, isto só será possível através de uma atuação contundente da teologia procurando atualizar a temática referente: ao feminino, às interpretações bíblicas e as reflexões teológicas a fim de promoverem a igualdade dos seres humanos e o respeito ao diferente. Com o intuito de proporcionar subsídios importantes para a teologia, esse trabalho doutoral foi realizado através de pesquisas interdisciplinares, trazendo ainda importantes aspectos dos “estudos de gênero”. Procurou analisar com profundidades as teorias de René Girard e Emmanuel Lévinas, transportando-as para a “violência de gênero”, a fim de compreender, atrasvés da antropologia teológica, as cauas principais dessa violência, e buscar um caminho ético que leve a tão necessária mudança de paradigma.

A tese se transformou em uma obra que pode ser adquirida no link abaixo.

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Dissertação de mestrado: Publicada na biblioteca da PUC-Rio

Resumo:

Nesta dissertação procuramos mostrar que o preconceito e a discriminação; – fatores que geram a violência sofrida pela mulher, pela negra e pela homossexual, no decorrer da história da humanidade -; são ocasionados pela visão de inferioridade que se tem desta tríade. Estes grupos fogem ao padrão ideal antropológico da sociedade ocidental, gerando o não reconhecimento de sua alteridade, e uma rejeição capaz de levar ao assassinato. Analisamos, então, através do pensamento de Emmanuel Lévinas, seguindo a ótica teológica de Luis Carlos Susin, que a grande dificuldade em aceitar o diferente encontra-se na subjetividade fechada do ser. Finalmente, verificamos que, com base no amor incondicional de Deus, – essência do cristianismo -, é possível através da ética da alteridade, ir além do ser. Cada ser foi assignado por Deus antes de vir à existência, e por isso, diante do Olhar do outro que não pode ser transformado em um Mesmo, existe a possibilidade de ocorrer uma explosão da consciência, capaz de levá-lo a viver sua vocação transcendental, humanizando-se. Dessa forma, acreditamos que se realizarmos uma ampla e constante evangelização-educativa, seguindo a pedagogia de Jesus, teremos a oportunidade de experienciar o amor incondicional como ética em relação à alteridade, e cada pessoa que participar, poderá viver um cristianismo a partir do Outro, voltado para o outro e todos. Só assim, teremos uma sociedade inclusiva, sem distinção de raça, gênero, orientação sexual, etc.

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Livros

Educação

Resumo:

A literatura em sala de aula, se for bem trabalhada desde o início do Ensino Fundamental I, é um instrumento primordial para que o aluno venha a se tornar um leitor fluente, capaz de interpretar textos e, por meio deles, repensar o mundo e a sua vida.

Este livro aborda a importância de um projeto de leitura que seja inovador na aprendizagem e relembra as diversas metodologias existentes, o papel do professor na atualidade e o que diz a neurociência sobre o tema. Reflete sobre as competências socioemocionais, as emoções, os sentimentos e as vantagens de se trabalhar pela literatura a ética, a poesia e a música. Traz ainda o passo a passo detalhado deste projeto de leitura, passando pelos objetivos, pelo desenvolvimento, pela avaliação e pelo material para o projeto.

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Capítulos de livros

Psicologia e Teologia

Resumo:

Que significa o marco dos 50 anos de Teologia da Libertação? Esta teologia não começou com a publicação de livros. E o que se denomina como TdL sempre foi uma realidade plural e uma diversidade de posturas proféticas e libertadoras, de reflexões simultâneas que aos poucos foram se encontrando e reconhecendo traços comuns. Esse processo criativo será explicitado ao longo desta obra. É na alegria da fé que convidamos vocês a saborearem esse livro e assim fortalecermos nossa caminhada comum em umafé profética e libertadora, para “estar sempre prontos/as a dar, a quem nos pedir, a razão da nossa esperança” (1 Pd 3, 15).

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Resumo:

Este livro é resultado dos trabalhos do grupo de pesquisa Diversidade Afetivo-sexual e Teologia, da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE), vinculado ao projeto de pesquisa A Teologia cristã e os grandes desafios ético-morais da cultura contemporânea. Tem o intuito de trazer novas reflexões a partir da relação existente entre teologia e a diversidade afetivo-sexual e de gênero. Por esse motivo, traz uma perspectiva ao mesmo tempo dialógica, interdisciplinar e questionadora, que abre o leque para discussões que possam enriquecer o debate dessa questão tão importante para as igrejas e para a sociedade contemporânea.

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Resumo:

“Cruzar fronteiras: uma urgência para a ética Teológica” traz as reflexões apresentadas por diversos teólogos durante o 45º Congresso Brasileiro de Teologia Moral promovido pela Sociedade Brasileira de Teologia Moral (SBTM). Os diversos artigos presentes nessa obra apontam para a necessidade de a reflexão teológica cruzar novas fronteiras, abrindo-se para um maior diálogo com as diversas culturas, etnias, religiões, ciências, com a sociedade e com o outro, superando barreiras e preconceitos, entre outras tantas questões que se colocam neste mundo pós-pandemia, polarizado e dividido.

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Resumo:

O acalorado debate que se formou em torno do Sínodo da Família acabou tocando em várias questões que não dizem respeito apenas à família, mas à sexualidade como um todo. Diante da importância e da delicadeza do tema, o presente livro oferece uma preciosa contribuição: séria, profunda e com aberta e criativa fidelidade eclesial.

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Podem ser lidos pela internet

Apresentação:

Neste volume, diversos teóricos se debruçam sobre o pensamento de Girard, analisando textos literários e filmes, bem como problemas sociais que engendram a violência, cifrada em rivalidades entre amigos, colegas de trabalho e familiares, assim como em preconceitos contra deficientes mentais, pobres, mulheres, travestis, homossexuais católicos e estrangeiros (e demais pessoas que destoem de um grupo). Essas pessoas, na perspectiva girardiana, podem ter marcas vitimárias, qualidades ou estigmas que poderiam torná-las bodes expiatórios em potencial dentro de um grupo. Os trabalhos aqui apresentados resultam de pesquisas nas áreas de estudos literários, estudos de gênero, antropologia, Direito, teologia e psicologia. Em um primeiro bloco, Cesar de Alencar comenta Romeu e Julieta, de Shakespeare, à luz da leitura de da peça por Girard. Por sua vez, Ivair Castelan analisa romances de Italo Svevo em diálogo com leituras girardianas. Já Natália Gama examina o mito de Medeia e a pandemia, criando pontes com proposições do pensador francês. Nesse diapasão, François Weigel analisa um texto em versos, presente nas Fábulas de La Fontaine, em cotejamento com a pandemia do Covid 19. Em seguida, Thallita Mayra Soares Fernandes investiga o conceito de mimese em Girard e Homi Bhabha, tomando como objeto analítico o romance O legado da perda, de Kiran Desai, Finalmente, Júlia Reyes examina o filme Birdman, de Alejandro G Iñárritu. Vejamos do que tratam os referidos textos.

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Apresentação:

A violência contra as pessoas LGBTI+ ocorre, no Brasil. em todos os seguimentos da sociedade, inclusive onde é primordial todes serem acolhides e cuidades: na área da súce. A falta de políticas públicas e de programas na formação de profissionais da saúde voltados a este grupo, unidos a uma fragmentada compreensão fundamentalista bíblica, por profissionais ligados a igrejas evangélicas e católica, desvinculados da compreensão do ser humano integrado e da espiritualidade do amor incondicional de Deus, têm fomentado o preconceito e a discriminação a estas pessoas.

Segundo Carmem Lúcia Luiz, representante do movimento LGBTI+ no Conselhor Nacional de Saúde (CNS), a falta de acolhimento tem sido o principal problema enfrentado por gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais nesta área (2010). Ao mesmo tempo a revista Brasileira de Psiquiatria (2014) traz diversos estudos que demonstram coo as intervenções relacionadas à espiritualidade ajudam a diminuir a depressão, as tentativas de suicídio, o uso de drogas, entre outros fatores relacionados à saúde mental, des cidadãos/ãs braisileires.

Apesar de ainda termos na Igreja Católica, em diferentes setores, forte rejeitção a ete grupo, quem trabalha nesta área, e procura juntar ciências e espiritualidade, encontra importantes teóloges abordando este tema. Entre eles, Ronaldo Zacharias, José Transferetti, Luis Correa Lima e James Martim. Neste artigo que, anteriormente, apresentei no 32 Congresso da SOTER, e está publicado em seus Anais, analiso o problema da saúde e o grupo LGBTI+, trago algumas colocações desses e de outros teóloges, e finalmente reflito como é possível através de teologias libertadoras, colaborar para diminuir a discriminação, incentivar o respeito, e o acolhimento ao outro, diferente de mim. Como através de leituras bíblicas onde o amor incondicional de Cristo está em primeiro lugar, poderemos chegar à ética da inclusão e à integração de todes.

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Artigos em Revistas

Podem ser lidos pela internet

Resumo:

Nesse artigo procura-se mostrar o posicionamento do papa Francisco, desde o início do seu pontificado, e o que ele espera da Igreja Católica Apostólica Romana, em relação às pessoas LGBTQI+. Para isso alguns documentos de seu pontificado são analisados em relação a este tema. Entre eles: Comunidade de Comunidade: Uma nova Paróquia, Preparatório para a III Assembléia, III Assembléia Geral Estraordinária do Sínodo dos Bispos, XIV Assembléia Geral Ordinária, Carta Encíclica Laudato Si, Exortação pós-sinodal Amoris Latitia e a Campanha da Fraternidade 2021. Em seguida, busca-se entender o significado dos gestos de Francisco, e perceber qual é a igreja que ele deseja. Quais as mudanças e perspectivas que podem ocorrer, entre Igreja e pessoas LGBTQIA+ tendo como base o amor incondicional de Deus encontrado nos evangelhos. É importante lembrar que para o papa Francisco, acolher, integrar, dialogar, encontrar pontos de união em favor da vida, principalmente, da vida dos mais vulneráveis, são muito importantes.

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Resumo:

Em março, de 2020, como em todo o resto do mundo, o Brasil entrou em quarentena. Um isolamento social necessário que salvou milhares de vidas, e de acordo com os maiores especialistas, da área de infectologia, foi flexibilizado antes do tempo, provocando um crescimento enorme de contaminações e mortes, que ultrapassam a marca de cem mil vidas perdidas, e tudo indica que crescerá muito mais. Apesar disso, estamos retornando a algo parecido com as atividades que tínhamos, anteriormente, e tendo que aprender a conviver, até, pelo menos, a vacina chegar, com o medo de algo invisível que possa estar: – nas pessoas que se encontram, ao nosso lado, no ônibus, no metrô, no shopping, na escola, na faculdade; – naqueles que retiram a máscara e passam, por nós, falando ao telefone, ou com o amigo, sem o menor cuidado de contaminar quem está ao redor; – aqueles que mostram ter medo de nós, pois também não sabem se estamos contaminados; – nas pessoas que negam o que está acontecendo, e de forma egoísta, rejeitam usar máscara, fazer a higienização necessária, e até, sabendo-se portador do vírus, decidem sair ás ruas, misturando-se aos demais; – escondido nas roupas, nos sapatos, nas compras, nos cadernos, nos livros, em nós, e em nossos ente queridos, mesmo passando por grande higienização. A verdade é que conhecemos, ainda pouco, o nosso inimigo, e o menor descuido, pode levar a contaminação. Muitas pessoas são assintomáticas ao vírus, outras reagem, sem grandes problemas, com apenas uma gripe, mas outros, independentemente, da idade, e do meio social têm sérias complicações, e inúmeras vezes, é fatal. Embora, a maior devastação esteja ocorrendo nas áreas mais pobres, pela falta de material e condições de higiene, milhares de vidas estão sendo perdidas, nos mais variados endereços, em todo o Brasil.

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Resumo:

A partir da Encíclica Laudato Si’: sobre o cuidado da Casa Comum (2015), e das questões que surgiram sobre o sofrimento da Terra e de seus filhos, abordaremos neste artigo: a necessidade de dar voz às mulheres, a importância de sua participação na vida do planeta, e a sua hermenêutica, na teologia. Consideramos hermenêutica do feminino a contribuição feminina nos diversos campos da sociedade. Assim, traremos a trajetória da teologia com o olhar masculino sobre a mulher, e a mudança, na teologia, a partir do Concílio Vaticano II. Mostraremos como a espiritualidade da Teologia da libertação (Tdl) influenciou as diferentes hermenêuticas, que, através da teologia feminista feita por Elisabeth Schüssler Fiorenza, Maria Clara Bingemer, Ivone Gebara, Elsa Támez etc., abriram oportunidades para novas hermenêuticas do feminino. A Tdl favoreceu ainda a teologia ecofeminista, e a feminista a partir do gênero, de onde surgiram reflexões sobre as teologias libertadoras inclusivas LGBTQIAP+, algumas inspiradas na filosofia de Emmanuel Lévinas, e no amor incondicional de Deus. A hermenêutica do feminino, que aqui traremos, como sugere o Papa Francisco, estão voltadas para a defesa do planeta, das minorias sociais, e dos mais diferentes grupos sociais, de modo que todas as pessoas possam ser contempladas.

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Resumo:

A especificidade da pessoa humana é um dos grandes temas da humanidade. Sua integração com a singularidade do ser é primordial para uma reflexão que trate da relação ‘diversidade sexual-ciência e religião’. Relação tensa no Brasil, quando após @2s homossexuais:conquistarem vitórias em relação aos seus direitos; serem desconsiderados ‘doentes’; integrarem-se às igrejas cristãs inclusivas; organizarem-se em grupos nas igrejas cristãs tradicionais, e católica; passam a sofrer pressão de setores religiosos, procurando impedir o avanço de seus direitos, entre outros,a rejeição da PL 1223, ea proposta de lei que deseja sustar a proibição do Conselho Federal de Psicologia4,d@ psicólog@ tratar a homossexualidade como doença. Neste artigo trataremos desses temas, e veremos que, apesar de tudo, o diálogo tem avançado, e sob o olhar de Luis Carlos Susin traremos a ‘ética da alteridade’ de Emanuel Lévinas, para auxiliar na compreensão do que se encontra por trás do ‘preconceito e da discriminação’ d@ homossexual; e algumas pistas de como modificar o panorama atual.

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Resumo:

Estamos festejando os cinquenta anos do Concílio Vaticano ii, e é inegável a transformação e os avanços que, desde então, ocorreram na Igreja Católica. Entretanto, as mudanças continuam acontecendo, surgindo novas interpelações e perguntas cujas respostas são vitais para conseguirmos realizar uma ‘nova evangelização’. Evangelização, que começou a ser delineada no concílio quando a Gaudium et Spes firmou o propósito de termos uma Igreja em diálogo com o mundo, e atenta aos novos tempos com seus desafios, oportunidades e problemas, sendo interpretados à luz dos evangelhos (gs 4). Porém, entre as novas e sérias interpelações encontramos a “homossexualidade e os problemas de gênero”. Temas que passaram a ser debatidos a partir da visibilidade da população lgbtti2 e a luta desta população: – pelos seus direitos para uma completa cidadania, – a busca de uma lei federal contra a crescente homofobia, – e a reivindicação, nos grupos de pessoas cujas histórias de vida estão ligadas à religião cristã, de unir suas identidades, sexualidade e a expressão da fé cristã. Porém, o que temos visto acontecer, na maioria das vezes, são os membros, enquanto igreja, rejeitando estas possibilidades, e o afastamento dos fiéis que pertencem à população lgbtti de suas funções e da igreja. Baseados nestes fatos surgem algumas perguntas: – Qual a nova evangelização que desejamos realizar? – Será que independente de concordar ou não: com a posição das ciências; com a visão tradicional bíblica ou com a nova hermenêutica bíblica; com o magistério eclesiástico oficial ou com os novos olhares teológicos, calcad@s no amor incondicional que Jesus Cristo nos mostrou de Deus, cada pessoa não deveria ser respeitada, aceita, amada e incluída no corpo de Cristo? Para analisar e obter estas respostas procuraremos, neste artigo, através do olhar teológico de Luis Carlos Susin, e a antropologia de Emmanuel Lévinas, perceber o que se encontra por trás das reações pessoais e institucionais às novas identidades, e a possibilidade de haver uma transformação através da ‘ética da alteridade’ que nos leve a conhecer que a essência da nova evangelização precisa ser o próprio Jesus Cristo e o seu amor incondicional.

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Apresentação:

Embora os estudos mais recentes das ciências afirmarem que a homossexualidade
não é doença ou desvio, e o avanço da hermenêutica bíblica trazer luzes novas nesta
direção, as igrejas cristãs oficialmente continuam aceitando apenas as visões
tradicionais, com algumas igrejas incentivando as ‘terapias de cura’. Somente as Igrejas
cristãs inclusivas, parte da Igreja Anglicana e alguns grupos isolados em diversas
denominações cristãs, inclusive na Igreja Católica, têm realizado um trabalho pastoral de
respeito e aceitação da homossexualidade conjugado à vivência da fé cristã. No entanto,
cada vez mais a população LGBT e suas famílias procuram no aconselhamento pastoral
auxílio para a possibilidade de unir identidade, sexualidade e a fé cristã, mas com
freqüência saem desorientados, pois se deparam com um clero despreparado,
preconceituoso e preso às orientações hierárquicas da sua Igreja, com justificativas não
convincentes. Nesta comunicação, procurarei trazer a antropologia filosófica de
Emanuel Lévinas através as reflexões teológicas de Luis Carlos Susin, procurando
mostrar o que pode se esconder por trás das reações pessoais e institucionais às novas
identidade, e a possibilidade de transformação através da ética levinasiana, de modo que
venhamos a ter o reconhecimento da alteridade do ‘outro’, e um aconselhamento
pastoral que parta da ‘escuta’ e ‘singularidade’, para que com base no amor
incondicional de Deus possa auxiliar na reintegração da identidade daquel@ que procura
ajuda, no âmbito pessoal, social e familiar.

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Resumo:

Baseada no projeto de pesquisa que está sendo desenvolvido em meu doutorado em teologia e nas pesquisas realizadas pelo grupo ‘Diversidade sexual, Cidadania e Religião da PUC-RIO’, do qual faço parte, trarei para esta comunicação um dos grandes temas atuais de interface em ‘Religião e Modernidade’: a ‘violência’ de gênero. Violência que não é específica contra a ‘mulher’, pois é realizada contra tod@s2 que se encontram dentro de certas características de gênero consideradas femininas, com base no estigma da virilidade masculina, na submissão feminina, e nas relações de poder. Nesta comunicação, utilizando a interdisciplinaridade das ciências humanas, entre elas, -‘a psicologia’ através de recentes pesquisas; -‘a filosofia’ pelo pensamento de René Girard; – e finalmente ‘a antropologia’ sob o ponto de vista ‘teológico’, procurarei refletir um pouco sobre o pano de fundo desta violência, buscando entender o que existe
por trás da dificuldade de se romper com o estereótipo machista da sociedade ocidental.

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Anais de Congresso

Resumo:

A violência de gênero existe em todas as esferas da sociedade, e de modo especial em muitas igrejas cristãs e na Igreja Católica, onde as práticas discursivas e as ações continuam repletas de preconceitos contra esses dois grupos: mulheres e pessoas LGBTQIAP+. Para o Papa Francisco vivemos um momento de mudança, e ele pede aos responsáveis dos diferentes setores da Igreja para serem pontes, respeitar, integrar e amar incondicionalmente. É hora de ouvir a todos os fiéis, debater, pensar e repensar novas formas de agir. Precisamos caminhar em sinodalidade, como irmãos/ãs, independente da situação em que cada um/a se encontre (AL 256). Neste artigo abordaremos a violência de gênero, analisaremos algumas palavras do Papa Francisco em seus discursos e documentos, e como o Conselho Mundial de Mulheres Católicas (CWC), e o Grupo Sinodal LGBTQIAP+ e famílias, estão se articulando para que suas vozes sejam ouvidas, e a sinodalidade ajude a diminuir a violência de gênero, na Igreja Católica.

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Resumo: 

Na atualidade, um número significativo de pessoas LGBT católicas lutam para que, sem renegar a sexualidade que possuem, possam continuar participando da fé católica, e depois com as famílias que estão formando, serem incluídas e integradas nas comunidades religiosas em que vivem. Dessa forma, seguindo a orientação do Papa Francisco, na Exortação AMORIS LAETITIA, 2016, n. 297, onde diz que “Deve-se ajudar cada um a encontrar a sua própria maneira de participar na comunidade eclesial […]. Não me refiro só aos divorciados que vivem numa nova união, mas a todos, seja qual for a situação em que se encontrem”, dentro do debate “religião, laicidade e democracia”, queremos refletir sobre a importância de se conhecer as teologias libertadoras inclusivas LGBTQIA+. E baseados no Deus todo poderoso no amor, no conhecimento científico sobre este grupo, e em reflexões bíblicas contextualizadas, as comunidades possam através da ética da inclusão, vivenciar a empatia como elemento de amor incondicional, para que as pessoas LGBTQIA+ sejam acolhidas, respeitadas como são, e integradas, como pessoas amadas por Deus. Com este objetivo nossas reflexões irão abordar um pouco das demandas desse grupo, o que são as teologias libertadoras inclusivas LGBTQIA+, e a necessidade da Igreja se abrir aos novos tempos, para acolher e integrar a todes.

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Resumo:

A violência contra as pessoas LGBTI+ ocorrem, no Brasil, em todos os seguimentos da sociedade, inclusive onde é primordial todes2 serem acolhides e cuidades: na área da saúde. A falta de políticas públicas e de programas na formação de profissionais da saúde voltados a este grupo, unidos a uma fragmentada compreensão fundamentalista bíblica, por profissionais ligados a igrejas evangélicas e católicas, desvinculados da compreensão do ser humano integrado, e da espiritualidade do amor incondicional de Deus, têm fomentado o preconceito e a discriminação a estas pessoas. Segundo Carmem Lúcia Luiz, representante do movimento LGBTI+ no Conselho Nacional de Saúde (CNS), a falta de acolhimento tem sido o principal problema enfrentado por gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais nesta área (2010). Ao mesmo tempo a revista Brasileira de Psiquiatria (2014) traz diversos estudos que demonstram como as intervenções relacionadas à espiritualidade ajudam a diminuir a depressão, as tentativas de suicídio, o uso de drogas, entre outros fatores relacionados à saúde mental, des cidadãos/ãs brasileires. Apesar de ainda termos em muitas igrejas católicas forte rejeição a este grupo, quem trabalha nesta área, e procura juntar ciência e espiritualidade, encontra importantes teóloges abordando este tema. Entre eles, Ronaldo Zacharias, José Transferetti, Luís Correa Lima e James Martim. Nesta comunicação refletiremos sobre o problema da saúde e o grupo LGBTI+, traremos algumas colocações desses, e ainda de outros teólogos, para refletirmos, como é possível a teologia colaborar para diminuir a discriminação, e incentivar o respeito, e o acolhimento ao outro, diferente de mim.

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Resumo:

Vivemos em uma época onde a preocupação com o futuro do planeta em relação à terra e ao ser humano, é real. Os cientistas mostram as modificações climáticas que estão ocorrendo, e mesmo que muitos governantes procurem ignorar, cada dia que passa o planeta terra mostra que se ressente com a depredação humana, e reage.

Soma-se a estes perigos a solidão das grandes cidades com a troca dos encontros, dos abraços, e sorrisos pessoais pelas mensagens de WhatsApp, Facebook, Instagram etc., e a valorização excessiva em ‘ter’ e não em ‘ser’, onde vemos pessoas para as quais não há limite para a ganância, não se importando em quantas vidas possam se perder, desde que venham a ter cada vez mais dinheiro e poder. Junta-se a estas questões, as palavras de ódio que crescem assustadoramente nas redes sociais, sejam por racismo, intolerância política, religiosa, diversidade sexual, ou gênero, colaborando para aumentar um vazio existencial que pode levar à depressão, e ao suicídio. Em contra partida, aumenta a procura pela pertença a uma religião. O interessante é que essa demanda não parece modificar o quadro acima, principalmente em relação à diversidade sexual, e ao gênero”. Ao contrário, em nome de Deus, discrimina-se, ofende-se o diferente, e mata-se as pessoas LGBTI+. Neste artigo, vamos refletir a diferença entre religião e espiritualidade, e em relação a religião cristã, abordaremos a importância em seguir Jesus Cristo, e aprender com Ele a acolher, ter misericórdia e incluir a todes30. Para essa reflexão traremos o pensamento de Karl Rahner e Alfonso Garcia Rúbio, Ana Maria Tepedino, Maria Clara Bingemer, e a espiritualidade voltada para as pessoas LGBTI+ por Luis Correa Lima, James Martin, e o Papa Francisco.

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Resumo:

A ‘violência de gênero’ é oriunda da desigualdade relacionada à visão do feminino como inferior, e atinge a todxs que façam parte deste universo. Uma violência que cresce, na atualidade, a cada conquista dos direitos civis, e pelas reações contrárias aos papéis que a sociedade e as religiões impõem. Segundo Emmanuel Lévinas tendemos a buscar no outro a nós mesmos, e quando encontramos o diferente, sua presença pode nos ameaçar, e nos leva a desejar eliminá-lo. Para o Papa Francisco: “A Igreja Católica deve ser como um hospital de campanha após a batalha, cuidando das feridas de seus fiéis e saindo para encontrar os que foram machucados, excluídos ou se afastaram” -, partindo dessa premissa, trazemos nesse artigo uma reflexão do pensamento de Emmanuel Lévinas, passando por Vito Mancuso, e Jonathan Sacks, para que com base na antropologia teológica de Karl Rahner e Alfonso Garcia Rubio venhamos a chegar ao amor incondicional de Jesus, e seguindo a sua pedagogia, apontar a ‘ética da inclusão’ como possibilidade de modificação do paradigma hoje existente, dando a todxs condições de se inserirem, e participarem da sociedade.

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Resumo:

A violência contra a mulher e @2 homossexual permanece em níveis altíssimos na sociedade ocidental. Violência que, na maioria das vezes, ainda utiliza como justificativa o discurso das igrejas cristãs que, por séculos, juntamente com o Estado, colocou a mulher e @ homossexual em inferioridade na sociedade, e mesmo na contemporaneidade, continua a enviar mensagens de restrição a ambos. Este artigo faz uma análise da posição da mulher e d@ homossexual na atualidade, e traz a visão teológica de Luis Carlos Susin sobre o pensamento de Emmanuel Lévinas em relação à „alteridade‟. Pretende mostrar que o „preconceito‟ e a „discriminação‟, importantes causas de „violência‟ à mulher e ao homossexual, têm sua motivação, principalmente, na dificuldade do „ser‟ em aceitar o „outro‟, diferente de si mesmo. Dificuldade que só poderá ser ultrapassada pela „ética da alteridade‟, através da implementação de uma evangelização cristã baseada no „amor incondicional de Deus‟. Uma evangelização – experiencial – educativa que objetive transformar a sociedade excludente na qual vivemos, em uma sociedade inclusiva e justa.

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Introdução:

Cristianismo e diversidade sexual há séculos caminham em conflito e a Bíblia vem sendo utilizada como um veículo excludente, e gerador de violência. Mas mudanças ocorreram na sua interpretação através da hermenêutica bíblica e das ciências. Transformações que começaram a influenciar na sociedade, e obrigar, pouco a pouco, as igrejas cristãs3 a repensarem e reavaliarem seus conceitos em relação à diversidade sexual. Será que um dia haverá possibilidade de um/uma jovem homossexual crist@o poder expressar sua sexualidade e experienciar a sua fé? Isto é o que analisaremos nessa comunicação.

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Introdução:

Esta comunicação reflete sobre os direitos humanos e a diversidade sexual no Brasil, procurando entender algumas possíveis causas que levam um país laico, interessado no desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a população LGBT, encontrar dificuldades para a promulgação de leis federais que protejam e beneficiem este grupo, além de ser o país com o maior número de assassinatos de homossexuais no mundo. Analisa a inferência da religião cristã nas discriminações ao grupo LGBT e as modificações que estão acontecendo, sugerindo algumas ações para reverter o quadro atual.

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Publicações no site do Grupo de Pesquisa Diversidade Sexual

Cidadania – Religião PUC-Rio

Resumo:

Neste artigo refletimos sobre a hermenêutica através Croato, Ricoeur, etc, e sua importância para a leitura bíblica. Mostramos como a interpretação tradicional bíblica tem favorecido a discriminação sobre a rientação sexual, comentando algumas passagens bíblicas, e apontando hermenêuticas que propiciem a inclusão, a tolerância e o respeito ao diferente.

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Apresentação:

Embora os estudos mais recentes das ciências afirmarem que a homossexualidade não é doença ou desvio, e o avanço da hermenêutica bíblica trazer luzes novas nesta direção, as igrejas cristãs oficialmente continuam aceitando apenas as visões tradicionais, com algumas igrejas incentivando as ‘terapias de cura’. Somente as Igrejas cristãs inclusivas, parte da Igreja Anglicana e alguns grupos isolados em diversas denominações cristãs, inclusive na Igreja Católica, têm realizado um trabalho pastoral de respeito e aceitação da homossexualidade conjugado à vivência da fé cristã. No entanto, cada vez mais a população LGBT e suas famílias procuram no aconselhamento pastoral auxílio para a possibilidade de unir identidade, sexualidade e a fé cristã, mas com freqüência saem desorientados, pois se deparam com um clero despreparado, preconceituoso e preso às orientações hierárquicas da sua Igreja, com justificativas não convincentes. Nesta comunicação, procurarei trazer a antropologia filosófica de Emanuel Lévinas através as reflexões teológicas de Luis Carlos Susin, procurando mostrar o que pode se esconder por trás das reações pessoais e institucionais às novas identidade, e a possibilidade de transformação através da ética levinasiana, de modo que venhamos a ter o reconhecimento da alteridade do ‘outro’, e um aconselhamento pastoral que parta da ‘escuta’ e ‘singularidade’, para que com base no amor incondicional de Deus possa auxiliar na reintegração da identidade daquel@ que procura ajuda, no âmbito pessoal, social e familiar.

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Livro Organização TeoMulher

Apresentação:

Somos Todas Madalenas! Mas, afinal, quem foi Maria Madalena? Quem são as Madalenas de ontem e de hoje?

A partir dessas e de outras indagações a rede TeoMulher realizou no dia 22 de julho de 2020, de forma remota em função da pandemia da COVID-19, o evento denominado MARCHA DAS MADALENAS.

A realização da Marcha das Madalenas se revestiu de um caráter simbólico, o número sete, que representa a totalidade, a completude entre o Divino (3) e o Humano (4), caracterizada pelas então sete teólogas integrantes da rede TeoMulher.

A partir dessa simbologia outras 7 mulheres, de diversas matrizes religiosas, foram convidadas a fazerem explanações ou abordagens teológicas instigantes referentes ao tema.

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Livros Infantojuvenis

“Literatura ligada a ética, poesia e música”

(Os livros lançados a partir de 2004 possuem um Cd ou contém o link da plataforma onde encontram-se as músicas.)

Resumo:

O Leão, rei da Floresta do Amor, foi expulso e em seu lugar está agora um rei tirano, o Tigre. Para dar um basta nessa situação, o Alce e a Raposa elaboram um plano no qual usam a inteligência e não a força para superar o opressor. Nessa história de combate às injustiças sem violência, o leitor é convidado a refletir sobre temas tão importantes para a convivência em sociedade de forma leve e divertida. Com uma nova edição caprichada e recheada de ilustrações e músicas inéditas (disponíveis no site), esse é um livro que vale a pena ver e ouvir.

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Editora do Brasil

Resumo:

Arthur é um leãozinho muito esperto e curioso. Futuro rei da Floresta do Sul, torna-se amigo de muitos animais e fica fascinado com a diversidade e a importância de cada um deles para a selva. Mas tem algo que deixa Arthur muito triste: a desigualdade entre a realeza e o povo. Disposto a mudar isso, o leãozinho terá de enfrentar um desonesto Conselho Real e um argumento pra lá de injusto para ele não se tornar rei: a falta de uma juba!
Descubra que a aparência não é o mais importante nesta incrível história, que revela a importância do respeito, da amizade e da justiça. Esse livro vem com músicas divertidas, disponíveis no site.

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Editora do Brasil

Resumo:

Lelê está pronta e muito ansiosa para competir na Olimpíada de Voos Acrobáticos da Escola Gaivotas. Ela quer ganhar o prêmio a todo custo, ser a melhor das Gaivotas, mas o que ela não sabe é que ganhará outro prêmio muito mais importante que a sua vitória na competição: A amizade. O livro vem com músicas (disponíveis no site) que animam e complementam ainda mais essa história de amor ao próximo.

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Resumo:

Iara e Guilherme são duas crianças brasileiras que foram levadas para outro mundo, onde encontraram crianças de diversos países. Além de estarem longe de suas casas, todas elas serão surpreendidas com a visita de Poseidon, o deus dos mares, que as convocará para uma missão: Comunicar a seus governantes a enorme necessidade de salvar o planeta da poluição das águas e das mudanças climáticas. O livro vem com músicas (disponíveis no site) que animam e complementam essa fantástica aventura.

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Resumo:

A Fábrica Mágica faz brinquedos mais do que especiais: acionados por magia, eles falam e interagem com as crianças que os ganham. Certo dia, um grande incidente ocorreu na fábrica: os brinquedos ficaram com algumas deficiências. Mas isso não significa que eles não possam ser amados e ser tão mágicos como os outros. Acompanhado de músicas (disponíveis no site) que ajudam a contar a história, o livro fala sobre inclusão e sobre como as diferenças, quando somadas, são partes fundamentais à vida.

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Resumo:

Em meio à magia e aos mistérios da Floresta Amazônica, Jaciara vive uma aventura que mudará por completo sua vida. Na sua primeira viagem à região, a menina conhece Jari, um tio que tem a sua idade e um dom muito especial: conversar com os animais! Juntos, e contando com a ajuda de um macaco barulhento e do Curupira, eles irão ajudar a defender a floresta de pessoas que buscam a riqueza a qualquer custo. Conheça esse mundo fascinante que é a Amazônia, suas lendas e crenças, com uma história em que a ética, a amizade e o respeito ao meio ambiente são valores fundamentais. Acompanham músicas!

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Tudo começou no aniversário de 8 anos de Nininha, quando ganhou de presente um boneco negro como ela. Logo que chega, Pretinho tem de lidar com o ciúme e, principalmente, com o preconceito dos demais bonecos, que não o aceitam só pelo fato de ele ser negro. Mas essa discriminação pode gerar sérias consequências… Com novo projeto gráfico e novas ilustrações, essa comovente história de Maria Cristina Furtado ajuda a discutir o preconceito racial e faz refletir sobre como são infundadas todas as formas de discriminação. Acompanham músicas!

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Resumo:

Cristiane tem tudo o que uma garota pode desejar, mas não é feliz. Perdeu a mãe quando era pequena e isso causou-lhe uma grande tristeza. O pai casou-se novamente e a madrasta tudo fez para conquistar a menina, mas ela se esquivou refugiando-se no computador e no videocassete. Um palhacinho esquecido no sótão volta do passado para trazer-lhe a magia dos sonhos perdidos.

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